CONCURSO CULTURAL

REGULAMENTO DO CONCURSO CULTURAL – “O NOME DO TIME” – 2015

  • 1.                                 OBJETO E PRAZO:
  • 1.1.                           O Concurso Cultural “O Nome do Time” será promovido pela Agência Transmídia (PROZE Consultoria Criativa), inscrita no CNPJ sob o nº 22902083000147. e é voluntário e gratuito, de livre acesso às pessoas interessadas em participar e não está vinculado a nenhum tipo de aquisição de produtos ou serviços, nem qualquer modalidade de sorte ou álea, de acordo com o artigo 3º, inciso II, da Lei n.º 5.768/71, e com o artigo 30 do Decreto­Lei n.º 70.951/72.
  • 1.2.             O Concurso será realizado em todo o Brasil, no período compreendido entre as 08h00min do dia 27 de agosto de 2015 e as 08h00min do dia 14 de dezembro de 2015, e consistirá na premiação do melhor sugestão para o nome do grupo de heróis apresentados no Audiodrama “Khaoz Crescente” da Agência Transmídia contido nesse tópico conforme as regras abaixo.

 

  • 2.                                 DAS CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO:
  • 2.1.                   A presente promoção é aberta ao público em geral, podendo participar as pessoas Físicas, residentes em todo o território nacional, desde que maiores e capazes, nos termos da legislação civil em vigor, respeitados os termos e condições estabelecidas neste regulamento.
  • 2.2.                           É vedada a participação de funcionários, bem como de seus familiares, da Agência Transmídia, de empresas relacionadas, ou quaisquer pessoas diretamente envolvidas com esta promoção.
  • 2.3.                           A participação no presente Concurso é voluntária, gratuita e implica na aceitação total e irrestrita dos termos e condições do presente Regulamento.
  • 2.4.                           Ler e aceitar este Regulamento, por tal ato submetendo-se de forma irretratável e irrevogável a todos os respectivos termos e condições.

 

  • 3.                                 COMO PARTICIPAR:
  • 3.1.                           Entre os dias 27/08/2015 à 14/12/2015, os interessados em participar do presente concurso deverão enviar nomes para o grupo de heróis do Audiodrama “Khaoz Crescente” disponível no site da organizadora do presente concurso. As sugestões de nome deverão ser feitas exclusivamente na seção de comentários da publicação, e deverão constar do nome completo e do e-mail do candidato.
  • 3.2.                           Qualquer cadastro feito fora do período disposto no item 3.1, e fora do espaço acima descrito, estará desclassificado e não participará do presente Concurso.
  • 3.3.                           A Agência Transmídia reserva­-se o direito de desclassificar e excluir os participantes cuja conduta demonstre estar manipulando dolosamente a operação do Concurso, bem como os participantes que tentarem fraudar ou burlar as regras estabelecidas neste Regulamento.
  • 3.4.                           Os participantes poderão participar com mais de uma inscrição, porém, cada uma deverá ser feita em registro separado.
  • 3.5.                           Na hipótese de recebimento, pela organizadora, de dois ou nomes iguais, apenas será considerado, para os efeitos de participação do Concurso, o que primeiro for recebido, sendo os demais desconsiderados para efeitos de premiação.
  • 3.6.                           Não será permitida em qualquer hipótese, sendo imediatamente desclassificada, a submissão de nomes que contiver: (i) uso de quaisquer expressões ou sinais contrárias à moral e aos bons costumes; (ii) termos que ofendam a honra ou imagem de pessoas, produtos, empresas ou natureza, meio ambiente, espaços físicos e afins; (iii) sinais ou palavras que ofendam a liberdade de consciência, religião, sexo, ideia ou sentimentos das pessoas ou associações (iv) incentivo a maus costumes, violência ou drogas; (v) apologia a símbolos desportivos reconhecidos; (vi) apontamento preconceituoso, constrangedor, pornográfico ou semelhante.
  • 3.7.                           A Organizadora se reserva o direito de desclassificar as inscrições que não preencham os requisitos previstos nos itens anteriores ou em qualquer outra disposição deste Regulamento, independentemente de qualquer comunicação prévia.
  • 3.8.                           Serão escolhidos os nomes mais criativos e adequados ao tema de NOME MAIS DEMOCRÁTICO, dentre todos as inscrições que atenderem integralmente ao disposto no presente Regulamento, por uma Comissão Julgadora composta por 3 (três) funcionários da Agência Transmídia, cuja decisão é soberana e irrecorrível, sendo utilizados na decisão critérios de criatividade, originalidade e vinculação ao tema proposto.
  • 3.9.                           Não caberá qualquer reclamação acerca da decisão da Comissão Julgadora, em hipótese alguma.
  • 3.10.                             Os nomes livremente apresentados à Organizadora do Presente Concurso Cultural serão propriedade intelectual do candidato, entretanto, fica desde já expressamente livre e pactuado que todos os direitos autorais patrimoniais serão transferidos, de forma gratuita, irretratável e irrevogável à Agência Transmídia, que, por sua vez, indicará a autoria ao Candidato vencedor em todas as formas de mídia ou modo em que sejam empregados, que poderá ser, dentre outras formas, utilizar, fruir, dispor, reproduzir, distribuir, explorar economicamente ou ceder a terceiros, livre e ilimitadamente, no território nacional ou fora dele e em qualquer mídia ou modo, existente ou que venha a ser criado, independentemente de outro ajuste com o AUTOR DO NOME,  e sem que este tenha direito a qualquer remuneração ou indenização.
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  • 3.11.                       Os participantes do Concurso, incluindo os vencedores, assumem total e exclusiva responsabilidade a respeito de todas e quaisquer reivindicações de terceiros no tocante às respostas submetidas ao Concurso. Todos os participantes declaram que os conteúdos enviados são originais. Em caso de plágio, a Agência Transmídia não responderá por quaisquer prejuízos sofridos por terceiros, mas desclassificará do Concurso o participante responsável pela pratica ilícita.
  • DO PRÊMIO
  • 3.12.                       O vencedor receberá como prêmio versão impressa do roteiro do Audiodrama “Khaoz Crescente”, contendo artes exclusivas ilustrando tanto os momentos da história quanto também o processo criativo da identidade visual dos personagens ao longo dos anos. Além disso, poderá participar de vindouros audiodramas com um personagem exclusivo de aparição esporádica.

 

  • 4.                                 DA SELEÇÃO DO VENCEDOR
  • 4.1.                           A seleção e escolha do melhor nome será feita por uma banca de  3 (três) colaboradores da Agência Transmídia em até 07 dias após o prazo para inscrições, e a decisão soberana e irrecorrível será então anunciada por meio de publicações no site da Agência e em seus perfis de redes sociais.

 

  • 5.                                 DA ENTREGA DA PREMIAÇÃO
  • 5.1.                           O vencedor do concurso será contatado pelo e-mail cadastrado na seção de comentários e terá até 30 (trinta) dias para responder e informar o endereço para envio do prêmio descrito no item 4.1. Após esse prazo a Agência Transmídia se reserva o direito de reter o prêmio e fazer um sorteio entre todos os concorrentes, inexistindo para o contemplado, nessa hipótese, qualquer direito a ressarcimento ou indenização.
  • 5.2.                           O prêmio é livre e desembaraçado de quaisquer ônus para o contemplado.
  • 5.3.                           O prêmio não poderá ser trocado por outros, muito menos convertido em dinheiro, consoante a previsão do parágrafo 3º do artigo 1º da Lei n.º 5.768/71.

 

  • 6.                                 DISPOSIÇÕES FINAIS
  • 6.1.                           Em momento algum poderá a Realizadora ser responsabilizada por inscrições perdidas, atrasadas, enviadas erroneamente, incompletas, incorretas, inválidas ou imprecisas.
  • 6.2.                           A Agência Transmídia não será responsável por problemas, falhas ou funcionamento técnico, de qualquer tipo, em redes de computadores, servidores ou provedores, equipamentos de computadores, hardware ou software, ou erro, interrupção, defeito, atraso ou falha em operações ou transmissões para o correto processamento de inscrições, incluindo, mas não se limitando, a transmissão imprecisa de inscrições ou falha da Realizadora em recebê-las, em razão de problemas técnicos,  congestionamento na internet ou no site ligado ao Concurso, vírus, falha de programação (bugs) ou violação por terceiros (hackers).

 

ÁUDIO DRAMA “SENTINELAS” – 3ª TEMPORADA: METAMORFOSE AMBULANTE – EPISÓDIO 09, CAPÍTULO 20 – PARTE 3

SINOPSE DO CAPÍTULO

As origens ocultas de Nictus! O passado melancólico de Doutor Kranio! Uma luta entre cobras e lagartos! A decisão drástica de Pink Rocker! Piloto automático de três bonecos! O amargo gosto da liberdade! A redenção do carrancudo! Duplo homicídio no consulado subterrâneo! Xadrez de manipuladores! Um trabalho muito caro: vai de táxi ou chama o Uber?

DESCRIÇÃO DA VITRINE AO PÚBLICO DEFICIENTE VISUAL

Banner retangular deitado com conteúdo totalmente em preto e branco sólido. À esquerda, busto de um homem que veste um manto com capote preto. Seu rosto é a metade superior de um crânio humano de caninos pontiagudos. Um ponto claro se destaca na órbita preta do rosto. Seus dentes estão à mostra e rangendo. No peito, um círculo claro se destaca. À direita, outro indivíduo de manto e capote preto, mas com o rosto de caveira completo, de queixo protuberante e todos os dentes pontiagudos, com um ponto claro na órbita preta. Na altura do peito, ergue-se um punho fechado de ossos. Ao centro do banner, Dentro de uma moldura oval branca, cena de luta: à esquerda, homem robusto, de jaqueta com golas eriçadas e capacete branco em forma de crânio ergue uma mulher esguia pelo pescoço, usando a mão esquerda, enquanto a direita segura o calcanhar esquerdo da moça, que está com a perna esticada. As mãos dela seguram o braço esquerdo do homem que a ergue no ar. Ela é atlética, veste collant preto com detalhes brancos, um capuz que permite apenas seus olhos serem contemplados. Da nuca brota uma trança curta com presilha redonda na ponta. Mais ao centro, silhueta de monstro similar a um crocodilo se rasteja, com a cauda longa serpenteando. Uma vasta cabeleira se projeta da cabeça, para trás. À direita, mais ao fundo, mulher magra de cabelos longos  é envolvida e suspensa no ar por uma névoa preta, que, ao topo – olhando para ela – tem um rosto de caveira de dentes pontiagudos. Ao lado, flutuando com as pernas cruzadas em posição de lótus, um homem magro com sorriso e olhos grandes, um par de chifres longos e retorcidos brotando da testa e um coque desgrenhado olha para o sofrimento da moça. A mão direita está diante do rosto, com seus longos dedos afastados entre si. A mão esquerda está erguida lateralmente, na altura do ombro, e com a palma aberta para cima, com uma grande bola de energia se destacando.  Na parte superior esquerda do banner, em letras brancas, “Episódio 09”; ao centro, em letras pretas, “Sentinelas: 3ª Temporada” e o nome do episódio: “Marionetes do Destino”; à direita, em letras brancas, “Parte 3”. Ao centro do banner, acima do monstro-crocodilo, em letras pretas, “Capítulo 20”; e no canto inferior direito, o selo preto da Agência TransMídia – que é um carimbo circular com as letras “T” e “M” maiúsculas ao centro.

“SENTINELAS” é uma comédia de ação em forma de áudio drama que satiriza estereótipos de super-heróis num cenário totalmente brasileiro. O nome foi escolhido pelo ouvinte Alexandre Santos Costa ao fim da primeira temporada – “Khaoz Crescente” – graças ao concurso cultural “O Nome do Time”.

A história foi escrita em 2005 e passou por diversas revisões até a presente versão em áudio. O público-alvo principal deste áudio drama é o público deficiente visual, que não possui uma representatividade expressiva no cenário de entretenimento impresso, sendo a eles negligenciadas áudio descrições de histórias em quadrinhos. O autor de “Sentinelas”Vitor Hugo Mota – identificou nesta fraca demanda a oportunidade de contemplar seus amigos deficientes visuais e, ao mesmo tempo, incentivar o uso da mídia podcast para outros fins além do papo trivial e informal de amenidades. O texto foi totalmente adaptado para ficar o mais descritível possível e dar a oportunidade de imersão para TODOS os públicos audíveis. E para tornar ainda mais efetivo, os efeitos de fundo utilizados ilustram sonoramente as ações efetuadas pelos personagens e o cenário ao redor. Neste trajeto, o público infantil foi uma inesperada surpresa, sendo escutado por jovens entre 08 e 13 anos.

Por se tratar de uma história satírica, recheada de situações absurdas e nonsense, “Sentinelas” se tornou uma história sem preconceitos, pois não trata uma cidade ou indivíduos melhor do que qualquer outro semelhante. Toda a narrativa enaltece e também faz piada com diversas cidades e estereótipos por onde passa.

CRÉDITOS DE PARTICIPAÇÃO

  • Roteiro, Direção, Narração e Produção Executiva: Vitor Hugo Mota
  • Locução: Leora Heller
  • Consultoria de áudiodescrição: Alexandre Santos Costa & Ana Gouvêa

 

ELENCO DESTE EPISÓDIO POR ORDEM DE APARIÇÃO

– Pedro Henrique Souza é Oculto & Nictus

Diego Gravata é Vovô Trajano

Andriolli Costa é Jorge

Aline Hipolyto é Claudinha

– Mateus Mantoan é Tori-Jin & Tori Makai

– Flávio Griot é Doutor Kranio

– André Baldo é Tio Alfredo

Gabriela Sobral é Magamara

Antônio Carlos Junior é O Funcionário

– Ana Gouvêa é Poison Hebi

– Bruna Evelyn é Pink Rocker

– Douglas Fricke é Ari

– Bruno Gunter é Márvio

João Victor Militani é Doutor Xistus Dutra

Caio Fernandes é Claudio Gedeão

IMAGEM DOS HERÓIS DO EPISÓDIO

(COM DESCRIÇÃO AO PÚBLICO DEFICIENTE VISUAL)

Imagem com o desenho de cinco personagens e créditos de seus talentos vocais. À esquerda, Doutor Kranio é um homem robusto que veste capacete de metal prateado em forma de caveira estilizada. Os olhos são cobertos por um visor de vidro amarelo e há um pequeno furo na testa do capacete. Ele veste um colete à prova de balas cinza com duas faixas abdominais de fivelas triangulares. Por cima, veste uma jaqueta de couro preto, Nas costas, carrega uma mochila de alças listradas horizontalmente nas cores preta e branca. Nas mãos, usa luvas de couro preto. Veste calças largas cinza, cinto preto com fivela estilizando uma letra D e K, maiúsculas, e usa um par de coturnos pretos. Sua postura é ofensiva, caminhando na direção do espectador de maneira arqueada e com os punhos fechados. Diante dele, pequeno boneco de pano estilizando o personagem, de braços cruzados. O tecido de sua composição é bege, com textura de palha. Sua cabeça é redonda, com uma pintura esbranquiçada em forma de caveira, com dois botões amarelos no lugar dos olhos. Veste uma jaquetinha azul escuro com alças brancas que partem das axilas aos ombros. Na altura do umbigo, uma fivela branca em forma das letras “D” e “K” maiúsculas. Não possui dedos nem nas mãos nem nos pés. Ao lado esquerdo do personagem, foto de Flávio Griot, creditado como a voz de Dr. Kranio. Ao centro, dois personagens encontram-se lutando. À esquerda, uma grande sombra se ergue, em forma de manto negro e se espalhando pelo chão. Seu rosto é o de uma caveira de dentes pontiagudos e olhos vermelhos. Ele segura – com suas mãos de osso – os braços de um homem magro, que veste uma capa e capote pretos presos por uma fivela em forma de anel dourado. Usa uma máscara em forma de caveira, seus olhos são vermelhos e sua boca está aberta, sendo possível ver sua língua e dentes. Seus braços estão abertos e seus punhos fechados, usando uma luva preta de detalhes brancos. Veste uma calça preta com uma faixa branca descendo da cintura à bainha. Usa tênis pretos. Ao lado esquerdo dos personagens, pequeno boneco de pano estilizando o personagem. O tecido de sua composição é bege, com textura de palha. Sua cabeça é redonda, com pinturas pretas formando uma caveira estilizada mais clara no rosto, com dois botões pretos no lugar dos olhos, costurados com linha vermelha. Veste uma capa com capote preta, de bainhas puídas. Seu braço esquerdo está erguido lateralmente, na altura dos ombros, levantando parte da capa e revelando uma pintura branca no tronco, simulando costelas e coluna vertebral. Não possui dedos nem nas mãos nem nos pés. Acima deles, foto de Pedro Henrique Souza, creditado como a voz de Oculto e Nictus. À direita, outro personagem: Tori-Jin é um homem magro, de cabelos castanho-escuros curtos e eriçados, além de apresentar um queixo grande. No rosto, usa uma faixa azul escura nos olhos. Ele veste uma camiseta cinza sob um kimono azul claro com faixa azul escura na cintura. Usa luvas acolchoadas de artes marciais na cor azul escura e sapatilhas da mesma cor. O personagem está de pé e contraindo os músculos em notória dor, com a boca aberta e olhos franzidos, isto porque do corpo dele está brotando um demônio de pele vermelha, cabelos acinzentados e presos num coque, orelhas grandes e pontiagudas, grandes chifres finos e retorcidos, sobrancelhas grossas, olhos amarelos enormes, sorriso amedrontador de dentes salientes e uma barbicha similar a de um bode. Sua mão tem longos dedos munidos de unhas escuras e afiadas. Os dois dividem o corpo: metade direita de Tori-Jin, metade esquerda de Tori Makai. Entre suas pernas, pequeno boneco de pano estilizando o personagem. O tecido de sua composição é bege, com textura de palha. Sua cabeça é redonda com três fios pretos partindo do topo dela. Na altura dos olhos, uma faixa azul está amarrada sob olhos de botões amarelos. No lugar da boca, três costuras horizontais em forma de “X”. Veste uma bata azul claro, sem mangas, amarrada à cintura por uma faixa azul escuro. Os braços estão erguidos frontalmente, na altura do peito, parcialmente dobrados. Não possui dedos nas mãos nem nos pés. Ao lado direito do personagem, foto de Mateus Mantoan, creditado como a voz de Tori-Jin e Tori Makai.
Sob fundo branco, cinco personagens e créditos de seus talentos vocais. À esquerda, Doutor Kranio é um homem robusto que veste capacete de metal prateado em forma de caveira estilizada. Os olhos são cobertos por um visor de vidro amarelo e há um pequeno furo na testa do capacete. Ele veste um colete à prova de balas cinza com duas faixas abdominais de fivelas triangulares. Por cima, veste uma jaqueta de couro preto, Nas costas, carrega uma mochila de alças listradas horizontalmente nas cores preta e branca. Nas mãos, usa luvas de couro preto. Veste calças largas cinza, cinto preto com fivela estilizando uma letra D e K, maiúsculas, e usa um par de coturnos pretos. Sua postura é ofensiva, caminhando na direção do espectador de maneira arqueada e com os punhos fechados. Diante dele, pequeno boneco de pano estilizando o personagem, de braços cruzados. O tecido de sua composição é bege, com textura de palha. Sua cabeça é redonda, com uma pintura esbranquiçada em forma de caveira, com dois botões amarelos no lugar dos olhos. Veste uma jaquetinha azul escuro com alças brancas que partem das axilas aos ombros. Na altura do umbigo, uma fivela branca em forma das letras “D” e “K” maiúsculas. Não possui dedos nem nas mãos nem nos pés. Ao lado esquerdo do personagem, foto de Flávio Griot, creditado como a voz de Dr. Kranio. Ao centro, dois personagens encontram-se lutando. À esquerda, uma grande sombra se ergue, em forma de manto negro e se espalhando pelo chão. Seu rosto é o de uma caveira de dentes pontiagudos e olhos vermelhos. Ele segura – com suas mãos de osso – os braços de um homem magro, que veste uma capa e capote pretos presos por uma fivela em forma de anel dourado. Usa uma máscara em forma de caveira, seus olhos são vermelhos e sua boca está aberta, sendo possível ver sua língua e dentes. Seus braços estão abertos e seus punhos fechados, usando uma luva preta de detalhes brancos. Veste uma calça preta com uma faixa branca descendo da cintura à bainha. Usa tênis pretos. Ao lado esquerdo dos personagens, pequeno boneco de pano estilizando o personagem. O tecido de sua composição é bege, com textura de palha. Sua cabeça é redonda, com pinturas pretas formando uma caveira estilizada mais clara no rosto, com dois botões pretos no lugar dos olhos, costurados com linha vermelha. Veste uma capa com capote preta, de bainhas puídas. Seu braço esquerdo está erguido lateralmente, na altura dos ombros, levantando parte da capa e revelando uma pintura branca no tronco, simulando costelas e coluna vertebral. Não possui dedos nem nas mãos nem nos pés. Acima deles, foto de Pedro Henrique Souza, creditado como a voz de Oculto e Nictus. À direita, outro personagem: Tori-Jin é um homem magro, de cabelos castanho-escuros curtos e eriçados, além de apresentar um queixo grande. No rosto, usa uma faixa azul escura nos olhos. Ele veste uma camiseta cinza sob um kimono azul claro com faixa azul escura na cintura. Usa luvas acolchoadas de artes marciais na cor azul escura e sapatilhas da mesma cor. O personagem está de pé e contraindo os músculos em notória dor, com a boca aberta e olhos franzidos, isto porque do corpo dele está brotando um demônio de pele vermelha, cabelos acinzentados e presos num coque, orelhas grandes e pontiagudas, grandes chifres finos e retorcidos, sobrancelhas grossas, olhos amarelos enormes, sorriso amedrontador de dentes salientes e uma barbicha similar a de um bode. Sua mão tem longos dedos munidos de unhas escuras e afiadas. Os dois dividem o corpo: metade direita de Tori-Jin, metade esquerda de Tori Makai. Entre suas pernas, pequeno boneco de pano estilizando o personagem. O tecido de sua composição é bege, com textura de palha. Sua cabeça é redonda com três fios pretos partindo do topo dela. Na altura dos olhos, uma faixa azul está amarrada sob olhos de botões amarelos. No lugar da boca, três costuras horizontais em forma de “X”. Veste uma bata azul claro, sem mangas, amarrada à cintura por uma faixa azul escuro. Os braços estão erguidos frontalmente, na altura do peito, parcialmente dobrados. Não possui dedos nas mãos nem nos pés. Ao lado direito do personagem, foto de Mateus Mantoan, creditado como a voz de Tori-Jin e Tori Makai.
Imagem com o desenho de três personagens e créditos de seus talentos vocais. À esquerda, temos Pink Rocker: uma mulher jovem, magra, de pele branca e cabelos rosa-choque esvoaçantes projetando uma sombra em seu rosto da testa ao nariz. Veste jaqueta preta de bainhas rosadas e capuz. Por baixo, uma camiseta babylook cinza sobre o qual brilha um símbolo circular com dois semicírculos ao lado. Usa um par de luvas pretas, de dedos cortados e munhequeiras pretas de tachinhas metálicas. Veste shorts jeans e um cinto preto de tachinhas de metal. Calça tênis baixos rosas de cadarço branco. A personagem está na ponta dos pés, olhando para o alto, gritando e com o braço esquerdo erguido, fazendo o símbolo do heavy metal – punho fechado com os dedos indicador e mindinho erguidos. À esquerda da personagem, foto de Bruna Evelyn, creditada como a voz de Pink Rocker. À direita, temos Magamara, que é um crocodilo humanoide de cabelos castanho-escuros e olhos amarelos. Seus dentes são grandes e retorcidos na boca aberta. Suas escamas são verde-escuras, com a parte mole de seu corpo – papada, peito e parte interna dos braços – na cor bege. Usa um vestido de noiva rasgado e sem véu, com cordames vermelhos na lateral do tronco. No canto inferior direito dela, foto de Gabriela Sobral, creditada como a voz de Magamara. A personagem segura a heroína Poison Hebi pela cabeça com a mão direita enquanto sua longa cauda de crocodilo enrola suas pernas e tronco, apertando-a. Poison Hebi é atlética, veste collant predominantemente preto com decalques verdes. Sua cabeça veste um capuz que só permite os olhos serem notados pelo público, revelando sua pele clara. Uma trança curta com presilha redonda amarela na ponta brota da parte inferior de sua cabeça. À direita dela, foto de Ana Gouvêa, creditada como a voz de Poison Hebi.
Sob fundo branco, três personagens e créditos de seus talentos vocais. À esquerda, temos Pink Rocker: uma mulher jovem, magra, de pele branca e cabelos rosa-choque esvoaçantes projetando uma sombra em seu rosto da testa ao nariz. Veste jaqueta preta de bainhas rosadas e capuz. Por baixo, uma camiseta babylook cinza sobre o qual brilha um símbolo circular com dois semicírculos ao lado. Usa um par de luvas pretas, de dedos cortados e munhequeiras pretas de tachinhas metálicas. Veste shorts jeans e um cinto preto de tachinhas de metal. Calça tênis baixos rosas de cadarço branco. A personagem está na ponta dos pés, olhando para o alto, gritando e com o braço esquerdo erguido, fazendo o símbolo do heavy metal – punho fechado com os dedos indicador e mindinho erguidos. À esquerda da personagem, foto de Bruna Evelyn, creditada como a voz de Pink Rocker. À direita, temos Magamara, que é um crocodilo humanoide de cabelos castanho-escuros e olhos amarelos. Seus dentes são grandes e retorcidos na boca aberta. Suas escamas são verde-escuras, com a parte mole de seu corpo – papada, peito e parte interna dos braços – na cor bege. Usa um vestido de noiva rasgado e sem véu, com cordames vermelhos na lateral do tronco. No canto inferior direito dela, foto de Gabriela Sobral, creditada como a voz de Magamara. A personagem segura a heroína Poison Hebi pela cabeça com a mão direita enquanto sua longa cauda de crocodilo enrola suas pernas e tronco, apertando-a. Poison Hebi é atlética, veste collant predominantemente preto com decalques verdes. Sua cabeça veste um capuz que só permite os olhos serem notados pelo público, revelando sua pele clara. Uma trança curta com presilha redonda amarela na ponta brota da parte inferior de sua cabeça. À direita dela, foto de Ana Gouvêa, creditada como a voz de Poison Hebi.

TRILHA SONORA DO EPISÓDIO

  1. Mambo Nº 5, de Lou Bega
  2. Intriguing Possibilities, de Trent Reznor & Atticus Ross
  3. For The Reunion, de Nobuo Uematsu, Kenichiro Fukui, Tsuyoshi Sekito, Keiji Kawamori & Kyosuke Himuro
  4. X-Training, de Henry Jackman
  5. Frankenstein’s Monster, de Henry Jackman
  6. My Bastard Son, de Patrick Doyle
  7. Kanada’s Death, Pt. 2, de John Murphy
  8. Dead Souls, de Nine Inch Nails
  9. Shame We Had To Grow Up, de Henry Jackman & Matthew Margeson
  10. Killer Frost, de Game Audio Ltd.
  11. Survive (Stranger Things Theme), de Kyle Dixon & Michael Stein
  12. Injustice: Gods Among Us’ Theme, de Dean Grinsfelder
  13. The Birth of a Champion, de Lasse Enersen
  14. Letting Go, de Patrick Doyle
  15. Semper Fi, de Clint Mansell
  16. Olduval + Facing Demons, de Clint Mansell
  17. Iron Monger, de Ramin Djawadi
  18. Arc Reaktor, de Ramin Djawadi
  19. Hey Ya!, de Outkast
“Sentinelas” são propriedade intelectual da ProZe Consultoria Criativa. A produção deste áudiodrama não tem fins lucrativos e contou com voluntariado de todas as vozes envolvidas. Todos os direitos reservados a Vitor Hugo Mota.
  • Claus Tessmann

    Gostei desse interminável episódio. Os pós-créditos foram muito bons, tirando os flashbacks, foi a melhor parte de todo esse episódio. Agora o que eu mais gostei foi da forma como foi feita a recapitulação das partes anteriores. Nunca vi algo parecido, então arrisco a congratula-los pela originalidade.

    Particularmente eu não gosto de romancezinho. Cresci lendo livros teen cheios disso, então eu não achei muito da hora todo o romance que teve nesse episódio e os discursos sobre amor. Mas até ai é um gosto pessoal, não tem o que se fazer quanto a isso. Com certeza alguém gostou.

    Gostei das histórias de origem. São simples, o que é muito bom para o gênero de super heróis. Agora estou pilhado para saber a história de origem do restante do grupo, principalmente da Pacifica e do Emissário.

    Achei a solução para o problema central muito fácil. Ficou um pouco difícil entender o que o Nictus falava. Adorei os pequenos detalhes como o toque de celular, sobrenomes, o amigo oculto de carnaval. Aliais, planejou esse ultimo desde o inicio ou só teve essa ideia depois de criar o personagem?

    Fico aguardando os próximos episódios. Quero realmente saber como isso tudo se desenrola.

    • Boa noite, Claus. Realmente, o episódio 09 é bem extenso, mas é o q acontece com uma gama tão vasta de personagens interessantes. E os pós-créditos fazem parte de uma história ainda maior. Afinal, não podemos achar que nossas histórias são as únicas que estão acontecendo enquanto vivemos nossas vidas. O mesmo acontece com os heróis. O mundo não pára de girar (como diria Lincoln Falcão).

      Agradeço pela congratulação quanto às nossas recapitulações. Eu imaginei fazê-lo de uma forma como se fosse uma pessoa realmente querendo saber o que aconteceu pra curtir logo o episódio da semana. Então, porque não fazer isso de uma forma ligeiramente impessoal, né?

      Entendo perfeitamente seu gosto pessoal. Eu, por exemplo, odeio mascotes de equipe. Snarf, Falcão biônico, Gleep, Bandit… São personagens que eu não vejo tendo um papel importante em suas produções. mas eles existem. O que se pode fazer é dar um direcionamento diferenciado para estes clichês. E acredite: Dr. Kranio e Poison Hebi não são pessoas muito convencionais. Então não espere normalidade deste casal em início de atividade. Mas fique de boa: não feriu meus sentimentos você ser uma pessoa que não ama (brincadeirinha)…

      Quanto às histórias de origem, adianto que nem de longe tratei a origem de todos os membros da equipe nesta temporada. na verdade, eu gosto de tratá-los bastante como pessoas antes de tratá-los como ícones. A grande exceção disso é o Capitão Falcão, que é um estereótipo super-heróico e vive o heroísmo – à sua maneira. Mas fique ciente que todos têm origens bem definidas e que, em determinado momento, serão contadas em aventuras dignas dos respectivos (e interessante sua ânsia pelos dois, já que são heróis bastante… religiosos). Quanto à origem do Oculto, tenho de confessar que o aproveitamento da brincadeira de amigo Oculto para justificar seu nome veio com o tempo, algumas eurekas aqui e ali. Mas o lance do carnaval, sim, desde o início. E se quiser conferir uma curiosidade sobre a dupla demoníaca Tori Makai e Nictus, eles já deram sinais de suas existências na primeira e na segunda temporada (na primeira, na season finale, quando oculto vai resgatar Tori-Jin no hotel, as vozes se alteram sob forte ira – e na segunda temporada, certamente você ouviu Tori Makai no episódio 6, mas preste atenção no Oculto contendo Nictus no episódio 7, parte 1, na luta da rodoviária). Quanto à voz de Nictus: confesso que é necessária uma dedicação maior para compreendê-lo, mas eu o fiz assim partindo de um meio termo de criatura extraplanar, que não fala nossa língua porque não foi concebido para falar como nós. Tipo Cthullu, saca?

      Sobre a facilidade de resolução do problema central: às vezes, nossos problemas com os outros nos fazem ignorantes às soluções simples. Seja um pedido de desculpas, uma redenção, um aproveitamento de nervosismo do outro. Mas, às vezes, o importante de uma jornada não é a sua conclusão, mas o caminho que você traçou. E pros nossos heróis foi muito importante essa auto-descoberta. Estreita os laços entre eles e libera um pouco dos próprios problemas. Não vou, logicamente, discutir sobre o que o episódio representou para cada um porque eu não vou ofender sua inteligência explicando tim-tim-por-tim-tim. Mas acredite no poder do amor e na fraqueza que a falta de compreensão sobre ele pode trazer para sua vida. 😉

      Fique na atividade que semana que vem tem mais. Obrigado pelo comentário e pela audiência.

      • Claus Tessmann

        “Cada dia está mais difícil manter a porta fechada”.

        Notei as aparições deles sim, mas não todas que você citou. E reouvindo tudo eu percebi o Nictus logo no primeiro episódio, na luta no zoológico de capivaras. Ao menos eu interpretei como o Oculto tentando suprimir o Nictus.

        Sim, a voz dele ficou bem extra-planar, quanto a isso não dá para reclamar.

        E eu sou apaixonado pela Pacifica (não no sentido literal da palavra) desde a primeira aparição dela. Quando ela olha para o céu e agradece a Deus por ter dado tudo certo, ela se tornou instantaneamente a personagem mais crível da história até então. Eu simplesmente acreditei que uma mulher brasileira comum como qualquer outra recebeu poderes e decidiu fazer o bem.

        Quanto ao Emissário, nunca o vi como religioso, mesmo com as provocações dele contra o Comandante do EPA 1/4. Me pareceram apenas piadas. Eu gosto do design do personagem e dos poderes dele. Fiquei com mó dó no coração quando trocaram o voice actor dele, mas a essência continua a mesma.

        Não sou religioso, mas falar de religião trás os personagens mais perto da realidade. Os tornam mais tridimensionais. Eu gosto disso.

        • Sim, o Nictus deu um tostão de sua presença no series premiere na cena que você descreveu. Eles sempre estiveram lá. E são os “defeitos” das pessoas que as tornam únicas, não suas qualidades. Virtuosos todos nós queremos ser. Como bem citado por ti, com a Pacífica e seu temor a Deus – várias vezes mostradas em suas aparições – com o Emissário sempre se questionando sobre estar ou não rodeado de pessoas dignas – sendo ele tão falho quanto (e quanto aos poderes dele, um dia você terá explicações sobre e muita coisa fará mais sentido). E vamos combinar: é compreensível se apaixonar pela Pacífica tendo ela a voz da Kell Bonassoli. Tão plácida e inocentemente envolvente. E quanto à mudança de vozes: saiba que elas acontecem para que o elemento humano-real integre um grupo dedicado ao projeto, com respeito à missão do áudiodrama e ao trabalho que ele gera. Nunca obrigaremos ninguém a fazer o que não quer. Se não tem mais interesse, o voluntariado da pessoa é suspenso e ela toca seu barco. Bola pra frente.

          A gente tem que lembrar que antes de ser um contato com o divino, a religião é a expressão de uma mitologia, de uma cultura. Então, dentro destes ensinamentos, parábolas e tudo mais existem pessoas que se inspiram naquilo para dar rumo às suas vidas. Ou não. O negócio é que devemos aproveitar da forma mais relevante para se contar uma história e se compor os personagens.

        • Kell_Bonassoli

          Oi, Claus. Fico muito feliz por ter conseguido soar convincente. Eu dei bastante trabalho ao Mota, mas ele é tão querido que teve uma remessa de falas que ele gravou na voz dele e me enviou para eu sacar o tom da personagem na cena. Obrigada por ouvir e comentar.

          • Claus Tessmann

            Baralho, eu que fico feliz de você falar comigo! Continue o bom trabalho ^.^